Pular para o conteúdo principal

Translate

Mercado de seguros pode ter mudanças com o "Open Banking"

>

O Open Banking começou e uma nova fase no mercado de seguros deve ser aberta. Em operação desde o dia 15 de fevereiro, o Open Banking no Brasil vai além dos serviços bancários: deve promover mudanças tanto nos investimentos quanto no mercado de seguros. A revista IstoÉ traz uma reportagem sobre o assunto e ouviu Jorge Sant’Anna, presidente da BMG Seguros. Para o executivo, o impacto sobre o setor será proporcionalmente muito maior do que no caso dos bancos. “A introdução do Pix e do Open Banking vai permitir a criação de seguros massificados e incrementar a competição entre as seguradoras”, disse ele. “Isso vai transferir o poder para o cliente na hora de contratar os seguros”, avaliou. Segundo a matéria como o Open Banking deixa disponível as informações financeiras, o que permite que os clientes possam divulgar seus dados para serem devidamente cortejados pelas empresas interessadas. A expectativa para os bancos é que isso garanta taxas mais competitivas e empréstimos mais baratos e, nas seguradoras, grandes mudanças podem acontecer. A burocracia ainda atrapalha o desenvolvimento dos negócios. Segundo a revista, os seguros de danos (que não consideram as apólices de vida e de saúde) representam cerca de 1,1% do Produto Interno Bruto (PIB). Na Argentina são 3,6% e nos Estados Unidos e Holanda esses percentuais se aproximam dos 7%. Tanta diferença é explicada por três fatores. O primeiro é a renda. O segundo é cultura: só agora o brasileiro começa a ter consciência de que vale a pena segurar seus bens. “O terceiro fator de atraso é que, devido à burocracia e ao atraso na tecnologia, o processo de contratação dos seguros ainda é lento”, disse Sant’Anna. A reportagem mostra ainda que nos mercados mais desenvolvidos, os segmentos que mais crescem são os seguros massificados e os seguros por uso. A margem é baixa, e por isso pequenos custos podem inviabilizar a venda. Se, por exemplo, o segurado tiver de pagar o prêmio por meio de um boleto bancário, as tarifas envolvidas podem consumir a margem da seguradora. “Com o Pix, em que as transações são gratuitas ou tem custos baixíssimos, esse problema é resolvido”, disse o presidente da BMG Seguros.

Fonte:CQCS

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Condutor de veículo não consta em apólice de seguro e, após sinistro, indenização é negada

O Site ‘Notícias e Concursos’ informa que a 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça, sob a relatoria do desembargador Ricardo Fontes, ratificou a negativa de uma cobertura de seguro porque considerou imprecisas a existência de informações sobre o perfil do condutor principal, em apólice de seguro de veículos. Consta nos autos que um estabelecimento comercial de Joinville contratou um seguro de veículo em nome de pessoa jurídica; entretanto, registrou a mãe de um dos sócios como principal condutora. Após acidente de trânsito, foi constatado que o veículo era dirigido por outro sócio da empresa. “A adequada caracterização do perfil do segurado é crucial à seguradora para formular e calcular a abrangência do risco; e, por conseguinte, definir o exato valor da contraprestação inerente ao segurado. Dessa forma, eventual divergência entre a declaração efetuada no momento da subscrição da proposta e a prática diária do consumidor poderá constituir justa causa à negativa de pagamento da inde...

Clientes que possuem o cartão Porto Bank podem parcelar contas como IPVA em até 12x

  Quem é cliente  Porto Bank , tem sempre muitas possibilidades para se organizar e para sonhar ainda mais alto. Pensando nisso, trouxemos uma novidade que pode dar aquele fôlego extra que você está precisando para iniciar 2023. Parcele seus débitos veiculares como IPVA, multas e documentação em até 12x no seu Cartão de Crédito Porto Bank . Para aderir Para aderir esse serviço, é só realizar o donwload do aplicativo  Porto: seguro, cartão, ...

Venda de carros elétricos atinge nível recorde na União Europeia

Veículos elétricos representaram 12,1% das vendas de novos carros em 2022, contra 9,1% em 2021 Os  veículos elétricos  representaram 12,1% das vendas de carros novos na União Europeia ( UE ) em 2022, um nível recorde no bloco, que a partir de 2035 proibirá a venda de automóveis novos a gasolina e diesel Em um setor em desaceleração desde o início da pandemia e que ainda enfrenta problemas de abastecimento, as vendas de carros elétricos subiram 28% na comparação com 2021 e superaram 1,1 milhão de unidades no ano passado, de acordo com os dados divulgados nesta quarta-feira pela Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis (ACEA). Os veículos elétricos representaram 12,1% das vendas de novos carros em 2022, contra 9,1% em 2021 e 1,9% em 2019, destacou a entidade em um comunicado. O mercado alemão teve um papel importante no resultado. As vendas aceleraram no fim do ano na maior economia europeia, antes da redução dos bônus para a compra destes veículos. O mercado italian...

Marcadores

Mostrar mais

Total de visualizações de página